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Imóveis valorizam até 15 por cento no Brasil em 12 meses

  • 14/09/2026

Manaus lidera entre as capitais, enquanto Vila Velha registra a maior alta entre todas as cidades monitoradas nos 12 meses até agosto, segundo FipeZAP


Os preços anunciados de imóveis residenciais subiram nas 56 cidades acompanhadas pelo Índice FipeZAP nos 12 meses encerrados em agosto de 2026. A alta média foi de 5,49 por cento, acima dos 4,14 por cento da inflação ao consumidor usada pelo levantamento noticiado pelo InfoMoney. O resultado nacional, porém, reúne mercados locais com velocidades muito distintas.


Manaus puxa o ranking das capitais

Entre as capitais, Manaus liderou com valorização de 11,42 por cento. Salvador veio em seguida, com 10,84 por cento, à frente de Vitória, com 10,16 por cento, e Brasília, com 9,44 por cento. Na outra ponta, Porto Alegre avançou 0,96 por cento, Curitiba, 2,74 por cento, e Belo Horizonte, 2,92 por cento. São Paulo acumulou alta de 3,63 por cento, abaixo da média nacional.


Preço alto não significa alta maior

O levantamento separa duas medidas que nem sempre caminham juntas. Manaus teve a maior valorização entre as capitais, mas preço médio de R$ 7.884 por metro quadrado. Vitória combinou alta de dois dígitos com o maior preço entre as capitais pesquisadas, de R$ 15.650 por metro quadrado. Florianópolis marcou R$ 13.531 e São Paulo, R$ 12.143, com valorizações anuais de 8,20 por cento e 3,63 por cento, respectivamente.


Cidades regionais avançam acima de 10 por cento

Fora das capitais, Vila Velha registrou a maior alta citada, de 15,12 por cento, e preço médio de R$ 11.446 por metro quadrado. Jaboatão dos Guararapes avançou 13,68 por cento, para R$ 6.485 por metro quadrado. Campinas e São José dos Pinhais também tiveram ganhos de dois dígitos, de 11,18 por cento e 10,97 por cento.


Agosto traz correções pontuais

No recorte mensal, Vitória liderou as capitais com alta de 1,31 por cento, seguida por Brasília, com 1,28 por cento, e Aracaju, com 1,07 por cento. Curitiba recuou 0,25 por cento; Campo Grande e Belém caíram 0,19 por cento cada; e Belo Horizonte cedeu 0,08 por cento.

As baixas mensais não anulam a valorização acumulada em 12 meses e reforçam o peso de oferta, demanda e perfil de cada praça.


Fonte: https://portas.com.br



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